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Um cão labrador conseguiu detectar um câncer de intestino pelo cheiro do hálito e de amostras de fezes em uma pesquisa realizada no Japão.
O estudo, publicado pela revista especializada Gut, indicou que o animal foi capaz de identificar a doença mesmo em suas fases iniciais.
Outras pesquisas já haviam sugerido anteriormente que os cães são capazes de farejar câncer de pele, de bexiga, de pulmão, de ovários e de mama.
Acredita-se que a biologia do tumor inclui um cheiro distinto, e uma série de estudos já usou cachorros para tentar detectá-los.

No fim do ano passado, o funcionário público aposentado José Rodrigues Xavier, de 71 anos, morreu em decorrência de problemas de saúde. De herança para um de seus filhos, o jornalista Alex Xavier, de 35 anos, ele deixou 40 cachorros – a maioria sem raça definida, com idades e tamanhos variados. Com a ausência de José, os bichos agora precisam de um novo lar, já que o herdeiro não tem condições de sustentá-los.

Um cachorro foi resgatado em um bloco de gelo à deriva em alto mar, a pelo menos cem quilômetros de distância de casa. O cão estava assustado, molhado e tremendo de frio quando foi retirado do gelo.
Ele foi visto pela tripulação de um navio polonês nas águas geladas do mar Báltico.