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Criador investiu mais de R$ 36 mil em três animais da raça Thai Ridgeback.
Canis de raças raras apostam na popularização de animais.
 
O criador Heberth Luís de Freitas investiu mais de R$ 36 mil nos últimos dez meses em três cães da raríssima raça Thai Ridgeback, que foram importados da República Tcheca e Tailândia. A intenção é usar a nova raça, ainda desconhecida no Brasil, como uma opção para cães de guarda.
“Ainda não sei ao certo quanto gastei com coisas menores, não tive curiosidade de somar para não ficar doido. É a terceira raça mais rara do mundo, então vale a pena”, brinca Freitas, que demorou seis meses para driblar a burocracia e trazer o primeiro cão, em novembro do ano passado. Os outros vieram em março e junho.
 
Segundo Freitas, a raça de origem Tailandesa é extremamente antiga e chegava a ser usada em rinhas. O porte físico e a aparência são semelhantes aos de um Pit Bull, mas Freitas garante que a personalidade dos dois cães é diferente. “O Thai Ridgeback também é um cão de guarda, porém dócil e totalmente fiel aos seus donos. Ele é bravo só quando precisa ser. Os cães são do tipo que deitam no chão para ganhar carinho na barriga”, afirma.
 
A primeira ninhada deve nascer só em janeiro, mas Freitas já tem três encomendas. Ele ainda não estipulou preço, mas pretende vender os filhotes a partir de R$ 5 mil. “Eu não vou tirar o mercado de ninguém, porque quem gosta de Pit Bull, por exemplo, não gosta de outra raça.”